Gândara e cultura popular em Carlos de Oliveira: colóquio

Foto de Carlos de Oliveira, Gândara, 1949-1952

No próximo dia 17, sábado, decorrerá em Cantanhede, no Auditório do Centro Social e Paroquial de S. Pedro, um colóquio intitulado ‘Gândara e cultura popular em Carlos de Oliveira’. O colóquio, que integra a programação em torno da exposição do espólio de Carlos de Oliveira no Museu do Neo-Realismo, tentará explorar as questões formuladas neste texto:

Carlos de Oliveira escreveu, em O Aprendiz de Feiticeiro, que a Gândara o tinha «tatuado», e daí a «pouca distanciação» com que dela falava. Qual o alcance dessa «tatuagem» e quais as dimensões da Gândara, e da cultura popular (a local e a não local), que é possível rastrear na obra de Carlos de Oliveira?

O programa do colóquio é o seguinte:

15h
Ida Alves (Universidade Federal Fluminense, Brasil), “Tocar a terra para criar”.

15h30
Rui Mateus (Centro de Literatura Portuguesa), “Representações da Gândara na poesia de Carlos de Oliveira. Um percurso de despojamento”.

16h
Sonia Miceli (Centro de Estudos Comparatistas), “Sinais de chuva. O pensamento da paisagem de Carlos de Oliveira e Ruy Duarte de Carvalho”.

16h30
Pausa para café

17h
Ricardo Namora (Centro de Literatura Portuguesa), “‘O fim é sempre um recomeço’: a Gândara como génese da Finisterra não publicada”.

17h30
Gustavo Rubim (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa), “Carlos de Oliveira: romance e etnografia da pobreza”.

18h
Osvaldo Manuel Silvestre (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra), “Dois fotógrafos da Gândara: Carlos de Oliveira e Augusto Cabrita”.

O colóquio é uma organização da Câmara Municipal de Cantanhede, do Museu do Neo-Realismo e do Centro de Literatura Portuguesa.

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